Moradora de Paulo Frontin faz denuncias graves contra saúde publica do município

Na tarde deste domingo (23) o Perfil de Adriana Roberto Hoinack fez uma postagem em sua rede Social Facebook relatando o atendimento que seu filho teve na saúde publica de Paulo Frontin. Na postagem ele também se refere ao atendimento em uma “cidade vizinha” no entanto ela não esclareceu que cidade seria “Resolvi fazer essa postagem para que sirva de alerta as pessoas que precisam de atendimento médico aqui no nosso município e fora e, para que as autoridades locais (vereadores, prefeito, vice e a quem possa competer essa situação) para que tomem medidas positivas em relação ao atendimento dos profissionais da saúde ao qual estamos sujeitos.
Ainda na postagem Adriana alega que seu filho não teve o atendimento adequado no hospital, e que ele estava com uma forte dor abdominal, no entanto essa dor foi diagnosticada (sem exames) como virose, horas depois segundo a denuncia ele voltou ao hospital, pois a dor não passava e lhe foi negado atendimento com a justificativa que ele ja teria consultado naquele dia.

Leia a denuncia completa de Adriana:

Resolvi fazer essa postagem para que sirva de alerta as pessoas que precisam de atendimento médico aqui no nosso município e fora e, para que as autoridades locais (vereadores, prefeito, vice e a quem possa competer essa situação) para que tomem medidas positivas em relação ao atendimento dos profissionais da saúde ao qual estamos sujeitos.
Como previsto na lei 14-254 04 de Dezembro de 2003 no ART 2 no qual esclarece que é nosso direito ter um atendimento humano, digno, atencioso e respeitoso, por parte de todos os profissionais de saúde e também que temos o direito de receber informações claras, objetivas e compreensíveis sobre:
a) Hipóteses diagnósticas
b) Diagnósticos realizados
c) Exames solicitados
Direitos estes que não se fizeram valer para o meu filho Wellerson. De Quarta para Quinta-feira de madrugada ele começou a passar mal em casa, pedi a ele que fosse ao hospital, nessa primeira consulta recebeu o diagnóstico de virose e retornou pra casa ainda com muita dor abdominal e enjôo, logo depois do meio-dia ele foi novamente ao hospital onde uma das enfermeiras o negou atendimento falando que ele já estava ali durante a manhã então deveria aguardar passar a dor em casa , mas a dor só piorava com o tempo. Com o auxílio de um dos funcionários municipais foi atendido e encaminhado a um ultrassom de urgência o qual constatou sinais de apendicite aguda, mantiveram ele internado até abrir uma vaga pela central de leitos para fazer a cirurgia, a vaga abriu e ele foi transferido para o hospital Regional da cidade vizinha, submetido a mais exames e ali ficou sem comer nem tomar água e sem informações se seria operado ou não se manteve nessa situação por 63 horas ainda sendo debochado por uma das enfermeiras do hospital quando perguntou se iriam dar comida pra ele ou não. Ele não chegou nem a conhecer o médico dele durante esse período, saiu por conta própria do lugar e procuramos em outro centro de saúde alguém que pudesse nos ajudar. Hoje Graças a Deus ele está bem e em casa, mas foram dias de muita agonia e tristeza para nós e desejamos que não aconteça para mais ninguém.

Agradecemos profundamente as enfermeiras que trabalham com amor e trataram meu filho com carinho nesse triste momento elas saberão quem são.

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